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Como vender banners e espaços publicitários


Carlos Cruz, diretor do IBVendas e especialista no tema, revela alguns segredos e dicas para quem busca tirar lucros nessa plataforma.

Com a facilidade que a internet proporciona, abrir um blog ou ter um site nunca foi tão fácil. Através dessas plataformas, muitas pessoas buscam conseguir algum lucro. Uma forma muito comum para isso é através de banners e espaços publicitários espalhados no próprio site.

Hoje, inclusive, existem diversas formas para conseguir isso. Seja através de programas de afiliados, Google Adsense, entre outros ferramentas disponíveis na internet. Um dos grandes desafios para blogueiros e pessoas que administram sites que estão começando, no entanto, é a venda desses banners para outras empresas ou agências de publicidade.

Em entrevista com Carlos Cruz, diretor do IBVendas e especialista no tema, que revelou algumas dicas de como esses profissionais podem impulsionar a venda de banners em seus sites. Confira abaixo:
Para as pessoas que tem blogs ou sites na internet com espaço de banner/publicidade, qual deve ser o primeiro passo para atrair anunciantes?

O ideal é conhecer profundamente o perfil das pessoas que acessam o site, para que a publicidade veiculada atenda às necessidades e interesses daquele nicho específico de leitores. Caso contrário, a pessoa corre o risco de oferecer produtos ou serviços que não são interessantes para o visitante, o que acaba anulando a iniciativa.

Fazer ligações ou agendar visitas aos anunciantes em potencial no primeiro contato é importante ou tudo deve ser feito por e-mail?

O contato presencial é sempre mais efetivo, afinal email e telefone são sempre mais impessoais, você não consegue se expressar da forma que gostaria e ainda pode ser mal interpretado. Algumas vezes, o primeiro contato precisa por telefone ou email, por diversos motivos, por exemplo, incompatibilidade de agendas, mas o ideal é utilizar este momento para se apresentar, falar sobre a proposta e, posteriormente, marcar uma reunião, para garantir um relacionamento bem-sucedido. Porém, no mundo web nem sempre isso é possível. Portanto, vale a pena utilizar meios como Skype, Webex e outras plataformas para reuniões on-line.

Após o primeiro contato estabelecido e o não retorno do anunciante-alvo, o vendedor deve entrar em contato novamente com o "cliente" para saber o que ele achou da proposta inicial? Caso sim, existe uma média de tempo para entrar em contato?

Com certeza! O vendedor deve entrar em contato com o cliente, para verificar se ele recebeu a proposta e saber se atende as necessidades mapeadas anteriormente. Pode ser que o cliente tenha dúvidas sobre o negócio, é importante sempre oferecer alternativas que atendam às suas necessidades. Não existe uma média de tempo para fazer este contato, isso é relativo, de acordo com o estilo do prospect e perspectiva de fechamento. Fique atento a sua personalidade e ao negócio de atuação, dessa forma será capaz de perceber se é uma pessoa mais aberta e disponível, do tipo que se pode ligar no dia seguinte, ou se é um empresário superocupado e formal, que só poderá falar com você daqui uma semana.

Muitas empresas digitais preparam um media kit com informações para apresentar aos possíveis anunciantes. Mas que informações não podem faltar nesse media kit?

As informações mais importantes para um anunciante são: Page views diários e mensais, tempo de permanência do leitor no site, perfil completo dos visitantes (gênero, idade, escolaridade, classe social, etc), anunciantes atuais e tabela de preços de acordo com espaço contratado. Estes são tópicos básicos, não podem faltar em nenhum media kit, mas claro que existem outros que podem ser incorporados, de acordo com o interesse dos clientes ou do site. Contar casos de sucesso podem aumenta a credibilidade e segurança do cliente na tomada de decisão.

Com a primeira venda de banners/publicidade para o anunciante realizada, qual seria a melhor forma manter esse contato com anunciante por mais tempo para tentar manter a venda?

Manter um bom relacionamento é primordial. Conhecendo bem o seu cliente é possível identificar exatamente qual o tipo de produto/serviço será oferecido, quais seus desejos e objetivos, se está insatisfeito e, até mesmo, se ele está pensando em adquirir novos serviços. Além disso, é importante ressaltar que o cliente satisfeito com um atendimento, cria uma imagem positiva da empresa e do processo de compra. Isso faz com que o procure sempre que necessário. 

Cliente bem atendido faz boas recomendações, que por sua vez, resultam em novos compradores.

Quais dicas complementares você daria para quem possui blogs e sites e quer vender na internet?

Na internet, você não consegue ter um contato direto com o cliente, seja cuidadoso com as palavras, para evitar problemas de interpretação, mal entendidos podem gerar um buzz negativo para seu negócio. E como no relacionamento “olho no olho” com o cliente, para o comprador on-line, a experiência e o bom atendimento são os detalhes que fazem a diferença. As pessoas imaginam que as dicas de vendas devem ser diferentes para os profissionais que atuam on-line e pessoalmente, se enganam. Conhecer bem o perfil do cliente e o produto/serviço que se vende continua sendo essencial para todos os segmentos. Aliado a isso, o vendedor deve oferecer um bom atendimento não só durante o processo de compra, mas também após a venda. Dessa forma, o vendedor será capaz de conquistar o comprador, firmando um relacionamento e obtendo frutos como indicações e consequentemente, mais vendas.

fonte: Portal dos Administradores

Internet sofre maior ataque da história


A internet ficou lenta, em março último, por causa de um ataque de negação de serviço descrito por especialistas como o maior da história




São Paulo — A internet ficou lenta, hoje, por causa de um massivo ataque de negação de serviço a servidores em diversos países. Segundo o noticiário britânico BBC, o ataque afetou serviços populares, como a Netflix, e está sendo investigado por polícias e especialistas em segurança. Alguns já o descrevem como o maior ataque do gênero da história.

A BBC diz que o problema começou com uma briga entre o Spamhaus, grupo europeu de combate ao spam, e a Cyberbunker, empresa holandesa de serviços de data center. O Spamhaus bloqueou servidores da Cyberbunker acusados de enviar spam. O grupo diz que a empresa está por trás dos ataques, que teriam sido lançados em retaliação ao bloqueio.

No site da Cyberbunker, há uma nota acusando a Spamhaus de incluir a empresa na lista de bloqueio de spam (usada por programas antispam para filtrar os e-mails) indevidamente. A Cyberbunker também diz que se reserva o direito de hospedar qualquer coisa em seus servidores "exceto pornografia infantil e coisas relacionadas com terrorismo".

A técnica usada pelos criminosos é a de negação de serviço. Para realizar um ataque desse tipo, primeiro um grande número de computadores são infectados com um programa maligno que permite controlá-los à distância. Depois, esses computadores zumbis são usados para inundar os servidores-alvo com solicitações de dados.

A sobrecarga acaba impedindo o funcionamento dos servidores e de toda a rede à qual estão ligados. Os ataques vêm sendo realizados ao longo do dia, em seguidas ondas. O alvo principal são os 80 servidores de DNS da Spamhaus espalhados por diversos países.

Esse tipo de servidor traduz endereços como www.zoopcreative.com.br para um código numérico conhecido como endereço IP. Isso é necessário para que cada pacote de dados encontre seu destino. O grupo já havia sido vítima de ataques similares no passado. O último deles aconteceu há apenas uma semana, como relata uma nota no site do grupo.

Segundo a BBC, grandes empresas, como o Google, colocaram seus recursos à disposição para absorver a sobrecarga de dados e evitar um colapso na internet.


8 maneiras de convencer o seu patrão de que as redes sociais são uma grande idéia


Por toda imensidão da Internet, você pode encontrar estratégias sobre mídias sociais:  como fazer negócios usando Facebook, como não ficar falando sozinho no Twitter, o que fazer no Pinterest, todas essas coisas. 

Mas o que fazer para convencer seu chefe que realmente faz sentido estar nas mídias sociais?

As empresas precisam de uma nova cultura no que diz respeito a utilização de mídia social  da internet de uma maneira geral, mas ainda não estão procurando por isso. 

Existem empresas que ainda, por mais incrível que isso possa parecer, precisam se convencer de há lá fora uma nova forma de se fazer negócios. E isso acontece porque até agora, tudo está correndo como o desejado, a propaganda tradicional está funcionando, apesar de ser mais cara, o boca-a-boca ainda tráz clientes, e a equipe de vendas...ainda fecha bons contratos. E o mais legal, sem qualquer tweet, post, ou rede social.

Mas será que não poderia estar melhor se deixássemos de depender somente do tradicional e estratégicamente olhassemos para algo mais moderno e dinâmico, e sobre tudo mais barato? Se a sua empresa está enraízada no marketing tradicional e não vai ceder, aqui estão oito maneiras que você pode usar para tentar mudar isso:


1. Mostrar as estatísticas

Atingir um público novo expandindo a percepção de sua marca já é uma grande razão para começar com as mídias sociais. A imensidão absoluta de usuários do Facebook, algo em torno de 900 milhões, já é uma ótima maneira convencer qualquer  diretor de que há pelo menos um enorme mercado lá fora.

E sobre o Pinterest? Em abril de 2012, ele foi o terceiro site mais popular entre as plataformas de mídia social.

Estudos sobre mídia social não são difíceis de encontrar, isso pode ajudar a mostrar que existe um longo caminho pela frente ainda, quer dizer, o marketing social não chegou se quer a 10% de todo o seu potencial. As redes sociais não vai embora tão cedo.

2. Encontre algo com resultados reais

Vai ser difícil convencer o seu chefe a tentar usar mídia social se não houver um sinal de lucro real ligado a ela. Claro, a mídia social é "de graça" para usar, mas cada hora investida no gerenciamento das diversas plataformas ainda tem um certo custo para a empresa.

Termos suaves como "reconhecimento da marca" apenas, não surtirão tanto efeito. Você precisa de números reais para alicerçar de seus argumentos?

Mas não se preocupe, nós fazemos isso para você!

Veja:





3. Mãos à obra

Tem algum tempo livre? Por que não tentar fazer uma página da empresa no Facebook? Diga ao seu chefe que você gostaria apenas fazer uma pequena experiência. Começe angariando fãs para página da empresa, em seguida crie páginas de convesão para captação de dados como nome completo, email, endereço e telefone, repasse esses dados para sua equipe de atendimento ou venda peassoal, começe a monitorar os resultados das abordagens. Certamente os resultados começarão a aprecer, no início de forma tímida, mas já é um sinal
de que a estratégia está funcionando e tem grande potencial.

4. Comece com cautela

As empresas devem ter cuidado quando se trata de mídia social. Tentar fazer muito, de forma muito rápida pode ser perigoso para você, seu chefe, e para os negócios. O que importa é mapear as iniciativas e os resultados iniciais para poder estabelecer a estratégia mais adequada ao segmento de negócios no qual a empresa opera.

Começar com uma plataforma poderosa como o Facebook é a melhor opção. De lá, você pode mostrar o valor das mídias sociais e na sequência poderá ampliar para outras redes.

5. Pense cuidadosamente sobre o público-alvo

Mas onde estão nossos clientes? No Facebook? No Twitter? Você pode apostar que seu chefe vai fazer essas perguntas. Tente imaginar como uma forte base nas redes sociais pode impactar seu setor de vendas e a prospecção de novos clientes. Mas entenda que ao você escolher uma determinada rede social, você corre o risco de seus leads não estarem lá, e aí, o que você vai fazer? Vai começar a twittar na esperança de encontrar uma nova forma de fazer negócios. Por isso é muito importante começar com toda a cautela, experimentando as diversas plataformas existentes, lembbre-se, começe pequeno, mas ande rápido.

6. Elabore uma estratégia

Outro problema em negócios nas redes sociais é que precisamos ter uma estratégia bem definida na hora de postar nosso conteúdo: não se trata apenas de postar uma foto aqui, atualizar alguma coisa lá, é preciso ter um método sistemático de gerenciamento para que os resultados começem a aparecer.

Você deve criar uma estratégia com cuidado focada no que você quer realizar, só assim você terá algo a mostrar para seus diretores quando estes exigirem que os resultados sejam mostrados.

Talvez você só queira envolver os clientes on-line ou atrair mais tráfego para o site da empresa. Seja qual for o objetivo,  tenha certeza que pode ser mensurável e atingível se você seguiu os passos certos desde o início.

7. Convencer a todos de que mídia social não é um 'bicho de sete cabeças'

A Internet pode até ser muito complexa, mas não é indecifrável. E sim, ter uma conta no Twitter ou uma página do Facebook abre grandes possibilidades a uma empresa de obter feedback de seus clientes, e isso é fantástico na hora de elaborar iniciativas que visem a melhoria dos serviços/produtos oferecidos. Deixe seu chefe saber disso...

Não é só isso, a mídia social dá às empresas a chance de transformar uma experiência ruim de um cliente em uma chance de demonstrar publicamente como a empresa resolve situações difícieis.

8. Mostre exatamente quanto tempo leva

Quando as empresas ouvem que precisam postar no Facebook "algumas vezes por dia," há uma tendência de recusa da idéia. E cabe a você mostrar ao seu chefe que na verdade essa é uma tarefa fácil e rápida, pode até ser um bom dia ou apenas uma foto da equipe tirada com o smartphone. Mostre que você pode fazer marketing no Facebook em apenas 15 minutos por dia e eles se mostrarão muito mais propensos a experimentar.

Acima de tudo ...

Seja paciente! A maioria das empresas ainda não vê a mídia social como uma necessidade. Mas como as empresas dão muita importância aos resultados, tenha certeza de que isso vai mudar muito em breve. Portanto, se seu chefe ainda teima em não usar mídia social, dê-lhe algum tempo. Nesse tempo começe a compilar dados para provar sua tese.

Encontre algumas histórias de sucesso de outras empresas, e logo terá dados suficientes para mostrar-lhes porque o desenvolvimento de uma presença digital realmente é uma gerande idéia para os negócios de sua empresa.







Nesta segunda-feira, governos do mundo se reúnem, a portas fechadas, para discutir o futuro da Internet.


Alguns deles querem aumentar a censura e regulamentar a web.



Pairam nos céus previsões catastróficas sobre a Conferência Mundial de Telecomunicações Internacionais, que iniciou ontem, segunda-feira, dia 03 de dezembro em Dubai, com algumas nações, 190 no total,  para discutir o futuro da internet global.

Isso porque grande parte das propostas de acompanhamento da comunidade global foram mantidos a sete chaves, apesar de algumas das posições dos países terem sido divulgadas e publicadas na rede.

A ideia por trás dos encontros é atualizar os Regulamentos Internacionais de Telecomunicações regidas pela União Internacional de Telecomunicações, uma agência das Nações Unidas conhecida como a UIT, que é responsável por tecnologias de comunicação globais.

Mas o resultado da sessão de duas semanas não é susceptível de fazer muitas mudanças, já que nenhuma proposta será aceita se não for aprovada por todas as nações. E o maior medo - que a conferência  resulte em novas regras de censura - já chegou a passar.

"Os Estados-Membros já têm o direito, como previsto no artigo 34 da Constituição da UIT, para bloquear quaisquer telecomunicações privadas que parecem "perigosas para a segurança do Estado ou contrário às leis, à ordem pública ou aos bons costumes. "Os regulamentos do tratado não podem substituir a Constituição", disse Hamadoun Touré, o 
secretário-geral da UIT.

Emma Llanso, uma advogada do Centro para a Democracia e Tecnologia, disse que as propostas apresentadas por vários  governos para tratar das conexões de internet da mesma forma como fazem com o sistema de telefonia são motivo de preocupação no que diz respeito à privacidade e o livre  fluxo de informações.

Mas ainda não é o "fim do mundo", a Internet irá sobreviver à isto, disse ela.

"Apesar de ser uma espécie de cenário apocalíptico ainda não há um tratado que fará com que a internet mergulhe numa era das trevas", disse Llanso. "O que estamos vendo é governos colocando seus pontos de vista sobre a internet provocando discussões."

A última vez que um tratado global de Regulamentação Internacional das Telecomunicações foi debatido foi em 1988. Mas a tecnologia mudou drasticamente nos últimos 25 anos.

Na mesa de discussão estão as normas para uma melhor interoperabilidade global e eficiência. A segurança cibernética, e a retenção de dados também estão em debate.

Brett Salomão, diretor executivo do Access, um grupo de direitos digitais, disse que é imprescindível que o debate seja feito em grande parte em segredo, com entrada limitada das partes interessadas.

"A UIT e seus Estados membros têm tentado responder a nossas críticas e outros desafios sobre o WCIT, mas eles estão cometendo uma falha enorme no momento em que pretendem tomar as decisões a portas fechadas", ele disse. "Tais decisões requerem necessariamente a participação de governos e do setor privado e da sociedade civil."

Os Estados Unidos estão lutando contra os planos de tratar a internet como se fosse sistema de telefonia, quando se trata de contratos de transmissão. Alguns membros europeus e do Oriente Médio estão pedindo taxas chamadas de terminação, em que as redes onde uma sessão web começa devem pagar o custo de roteamento para o destino da sessão - como as empresas de telefonia trabalham com chamadas telefônicas.

"Esse modelo, em geral, atende a poucas operadoras, com preços mais altos, e expanão mais lenta da rede de internet, isso pode resultar em lentidão no crescimento econômico de alguns setores", disse Terry Kramer, o chefe da delegação dos EUA.

Emma Llanso disse que as taxas de terminação, obviamente, serão pagas pelos consumidores, isso também abre a porta para um monitoramento maior da internet. "Você também ver isso como uma forma para fazer com que toda a comunicação na internet seja mais rastreável e mais controlável, invadindo a privacidade dos usuários."

O site dot-nxt publicou uma matéria com alguns documentos 'vazados', contendo propostas dos membros da conferência. (http://news.dot-nxt.com/itu/wcit/docs-search)

fonte: CNN. 
créditos imagem: Google.com

Porque o site da minha empresa não aparece no Google



O aumento da concorrência por palavras-chave elevou os preços e os tornou quase inacessíveis para as pequenas empresas.

A solução para este novo cenário é investir em marketing de conteúdo. Porém o processo de desenvolvimento de informação relevante requer amplo conhecimento da maneira como os consumidores buscam esta informação na rede. 

De agora em diante será cada vez mais difícil pequenas empresas  fazerem a prospecção de novos clientes através da internet se não contarem com uma assessoria especializada no desenvolvimento de ações em mídias sociais e otimização das ferramentas e plataformas 
de redes sociais, além de sites e blogs corporativos. A ´máxima´ que diz que o conteúdo é rei na internet nunca esteve tão em evidência. 

Neste novo cenário, ou você produz informação extremamente relevante para um público cada vez mais segmentado, ou sua marca simplesmente deixará de disputar mercado com seus concorrentes. Abrir mão de utilizar a internet hoje é sem dúvida alguma cometer um erro 
estratégico para qualquer empresa, seja de pequeno, médio ou grande porte.

Os empreendedores no Brasil precisam se voltar com mais ênfase para questões envolvendo novas tecnologias que determinam novos comportamentos dos consumidores. Foi-se o tempo em que um anúncio na lista telefônica era o bastante para entrar em contato com seu cliente. 

Entramos em uma nova era da comunicação e do marketing, onde as ações das marcas precisam ser muito mais abrangentes, pensadas e estruturadas e não apenas focadas nos produtos que querem vender, mas principalmente nos desejos e sentimentos dos consumidores, na experiência que estes terão ao experimentar tais produtos. Para isso  precisamos  entender que pessoas não comprar produtos, pessoas compram os benefícios 
que eles proporcionam. 

O setor de desenvolvimento web nunca esteve tão aquecido, todos os dias centenas de empresas publicam seus websites, e com isso acreditam que já contam com a ferramenta definitiva para poder concorrer de igual para igual com outros fornecedores do mesmo segmento em que atuam. 

Há alguns dias conversando com um cliente para o qual produzimos um site há alguns anos, 
tentávamos expôr a necessidade de se fazer uma reformulação completa no site da empresa, 
que diga-se de passagem, raramente foi atualizado nos últimos anos, isso mesmo, eu disse anos, mas a grande surpresa foi ouvirmos do empresário o argumento de que ele conhece empresas idôneas que operam com o mesmo website a dez anos e nem por isso deixaram de existir. 

O que mais impressiona é saber que os administradores veem o investimento em internet como despesas a serem computadas na planilha de custos, isso reflete a falta de capacidade de análise e visão estratégica desses empresários, que apesar de todo o know-how acumulado, nem ao menos sabem diferenciar uma oportunidade de gerar um ativo para a empresa, de uma conta para pagar no final do mês.

A 'lição' que podemos tirar disso é que se você não se mantiver atualizado, se sua empresa não acompanhar as grandes ´revoluções´, que pelas quais estamos passando, dentro em breve sua marca será legada ao esquecimento. A maneira como nos relacionamos  com os clientes e futuros clientes, entenda-se prospecção, pré-venda e geração de leads, mudou, não espere mais para fazer parte dessa mudança que é gradual, porém extremamente veloz, progressiva e ininterrupta. 






Luis Carlos Weber
Luis Carlos Weber - Perfil do autor:
Profissional de web especializado em geração de leads para empresas de todos os portes, atua nesta área há mais de uma década e tem especial interesse por questões voltadas a geração de conteúdo para websites institucionais e blogs corporativos.

Quais os benefícios das mídias sociais para sua empresa


Muitos empresários ainda resistem em usar a 'social media' nas empresas que administram, com isso acabam desperdiçando uma grande oportunidade de fortalecer suas marcas e se aproximar de um enorme universo de consumidores que estão ávidos por encontrarem respaldo para suas necessidades, e também alguém que ouça o que eles tem a dizer, e neste momento não há outro canal mais poderoso para isso do que as redes sociais.

A relutância de um grande número de administradores em usar plataformas de comunicação das mídias sociais está em grande parte ligada ao fato de que a maioria simplesmente não se sente nada a vontade com esse gigantesco labirinto virtual

Existe em nosso país uma resistência ao novo, a adotar novas formas de se fazer negócios por parte dos empreendedoresmuitos ainda acham que para se fazer encontrar por seus clientes basta um anúncio em todas as listas telefônicas e pronto, agora é só esperar o telefone tocar, ledo engano, listas estão dentre as mídias que mais encolheram nos últimos anos, além de jornais impressos e revistas.  

Um empresário que tenha um mínimo de visão e saiba o valor de se pensar de forma estratégica não hesitará em buscar formas de colocar sua marca no mundo virtual. Mas o `colocar sua marca no mundo virtual`, não se resume mais a apenas contratar alguém para fazer o site da empresa com algumas fotos, um banner animado e um formulário de contato,
é preciso começar a fazer internet marketing, mas internet marketing é muito mais do que ter um perfil da empresa no Facebook e um site no ar, internet marketing é marketing de relacionamento, é estar em contato sistemático com seus clientes e futuros clientes. Buscando maneiras de fornecer informação que possa suprir necessidades e ajudar a resolver problemas, consumidores não querem mais ser abordados por marcas que só pensam em vender seus produtos, consumidores querem que lhes seja oferecido `algo a mais`, querem conteúdo, conhecimento, informação relevante. E informação relevante é a `deixa` para abordar pessoas hoje em dia, é o antigo `quebra gelo`. 

E onde entra o `pensar de forma estratégica`? Pensar de forma estratégica significa estar antenado, ligado, pode té perecer uma gíria pobre, mas nada define melhor a necessidade de atualização e modernização do que estar `ligado` no que acontece a sua volta, se você não se modernizar, seu concorrente vai fazer isso, e mais cedo ou mais tarde, ele vai tomar o seu cliente, e  quando isso acontecer tenha certeza de que será extremamente caro e difícil reconquista-lo, então é hora de pensar de forma estratégica e evitar o problema antes que ele surja na sua porta.    

Aqui estão 14 razões pelas quais você como CEO pode se beneficiar de meios de comunicação social:


1 - Ver a mudança acontecer em Social Media e você não participar, é como você não jogar no seu próprio campo;

2 - Aumentar a interação e a proximidade com os clientes;

3 - Diálogar abertamente com potenciais clientes;

4 - Fazer uma leitura ao vivo, em tempo real, do que consumidores pensam de sua marca;

5 - Acelerar os resultados de sua marca nos esforços de mídia;

6 - Adaptar a linguagem de marca para se conectar com novos clientes;

7 - Sempre saber as últimas notícias da indústria e do mundo, o que o seu concorrente está fazendo;

8 - Compartilhar sua experiência como CEO e profissional;

9 - Resolver quaisquer declarações falsas sobre sua marca - a ignorância não tráz felicidade (ditado Chinês);

10 - Conduzir negócios e lançamentos de campanhas com um orçamento limitado, mídias      sociais são infinitamente mais baratas do que qualquer outro tipo de canal de comunicação tradicional;

11 - Mostrar que sua marca tem atitude;

12 - Aumentar o impacto do marketing direto;

13 - Abrange todas as gerações, raças, credos e países, pode atingir um público imenso, o que nenhum outro canal pode fazer;




Por Luis Carlos Weber
Categoria: Social Media






Luis Carlos Weber


Luis Carlos Weber - Perfil do autor:

Profissional de web especializado em geração de leads para empresas de todos os portes, atua nesta área há mais de uma década e tem especial interesse por questões voltadas a geração de conteúdo para websites institucionais e blogs corporativos.

Nossos hábitos nas redes sociais

Empresas especializadas em pesquisa e marketing (Hi-Mídia e M. Sense), desenvolveram estudo com 484 usuários brasileiros espalhados em diferentes pontos do país, o resultado foi o estabelecimento de um perfil atualizado de como os brasileiros utilizaram as redes sociais em março deste ano.


Veja no abaixo o infográfico que desenvolvemos com base no que foi divulgado pelas empresas de pesquisa, porém desta vez com uma diagramação mas `ampla`, que em nossa opinião facilita em muito o entendimento dos dados que demonstram como o brasileiro tem usado as redes sociais.




95% dos usuários de internet no Brasil acessaram ao menos uma rede social no últimos 30 dias.



Das redes sociais mais acessadas, o Facebook demonstra que continua com sua acensão entre os internautas brasileiros.





Acesso pelo uma uma vez por dia.




Um dado que fica a cada dia mais evidente é o crescimento dos acessos via dispositivos móveis.


A influência das marcas no meio virtual fica mais evidente quando 65% dos internautas confirmam que fazem algum tipo de comentário na internet sobre os produtos ou serviços que adquirem.



O engajamento dos consumidores demonstra o quanto é imprescindível para qualquer empresa, mesmo sendo pequeno ou médio porte, marcar presença, implantando uma estratégia de internet marketing.



A gigante Nike aparece como a companhia que mais interage com o consumidor brasileiro, chegando a apresentar o dobro de resultado que outras grandes como Loreal, Nokia, Skol, Coca-cola, Sansung e Sony. 

Informática seguida dos eletrônicos, livros e telefonia lideram os comentários nas redes.


O novo comercial da Panasonic

Vimos este vídeo em um monitor DELL 22'' pela web e mesmo assim tivemos a nítida impressão de estar assistindo em uma tela 3D, tamanha a qualidade da filmagem, uma amostra do que vem por aí em tecnologia de produção de filmes para o cinema, internet e claro televisores. 


Com direção de Gerald McMorrow, também diretor do filme Franklyn (2008), o novo comercial da Panasonic para a linha de TVs Viera possui pouquíssimas informações sobre o produto - para não dizer nenhuma -, mas consegue perfeitamente comunicar do que o televisor é capaz: levar o espectador para dentro das imagens.



O apagão do BLACKBERRY

Mais problemas com o BLACKBERRY, desta vez foi um apagão que afetou a Europa a África o Oriente Médio e a Índia, os usuários do smartphone nessas regiões ainda não estão recebendo seus e-mails e tem dificuldade em acessar o serviço de mensagens.

Em comunicado feito por e-mail a fabricante do aparelho a Research In Motion disse: 'estamos investigando e pedimos desculpas aos nossos usuários pela inconveniência da interrupção dos serviços'.

Nas ruas de Londres os clientes da empresa estavam frustados e pareciam não acreditar que o serviço de internet tinha sido interrompido.

'Não consigo fazer chamadas, na hora do almoço tentei entrar no Facebook, sem sucesso, a única coisa que está funcionando é o serviço de mensagem de texto, pago $78,00 por mês por um telefone que não funciona direito e não difere em nada de um celular comum,' segundo um usuário indignado.

O apagão acontece em um momento delicado para  RIM, que viu sua primazia no setor corporativo desparecer já que a maioria das empresas migrou para o iPhone da Apple, as vendas de seu tablet Playbook não conseguem decolar e a administração da companhia está sob pressão.

Para piorar ainda mais a situação o serviço de mensagens do BlackBerry já havia sofrido uma pane nas no continente americano em setembro.

O valor das ações da companhia despencou as últimas semanas, o que acabou gerando muitas especulações  sobre o futuro da empresa.

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