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Agência inglesa dá a receita de como fazer $10.000 de Adsense em 20 dias, utilizando um único post em um blog com a juda do Facebook
Olá pessoal, hoje gostaria de compartilhar com vocês uma ideia muito, mas muito interessante mesmo, de como uma agência da Inglaterra, a Simply Zesty, conseguiu, com um único post, gerar $10.000 de receita em apenas 20 dias. Abaixo, o pessoal da agência relata as ações que adotaram para conseguir tal resultado. Este post ficou bem extenso, mas realmente vale à pena ler.
"Então, escrever este blog para compartilhar as últimas de marketing, novas tecnologias e tendências de mídia social de notícias de todo o mundo não é de maneira nenhuma o nosso core business (carro chefe), mas como nossos níveis de tráfego estejam subindo decidimos começar a adicionar alguns anúncios simples em torno do conteúdo, porque afinal ninguém é de ferro (=D) .
Eles não trazem muita receita, mas eles nos permitem pagar pelo tempo investido para desenvolver os posts, etc.
Tudo o que fazemos é escrever alguns posts que não chegam a receber toneladas de tráfego mas eu quero destacar um que trouxe e nos rendeu mais de $10 mil em receita em menos de 20 dias.
Foi o que aconteceu em novembro passado e o post de hoje é um pequeno estudo de caso de algumas das razões que o fizeram se espalhar e por isso foi capaz de gerar grandes receitas em um prazo de tempo muito curto.
É claro que isso não vai funcionar sempre (infelizmente), mas temos dicas aqui que você pode usar para ajudar a aumentar os acessos e começar a criar novas fontes de receita a partir do seu blog.
A Receita de 20 dias
Para este post queremos focar em um conteúdo que realmente decolou.
Foi um único post do blog que continha um vídeo viral e que foi feito justamente para compartilhamento. As pessoas deveriam vê-lo e considera-lo tão bom a ponto de instantaneamente e instintivamente compartilhá-lo com seus amigos. Como vimos a receita decolou imediatamente (a partir de uma base de cerca de $150 por dia na época) isso só foi possível por causa dos compartilhamentos no Facebook.
Os gráficos mostravam uma receita discriminada por dia, com a maioria dos dias trazendo $300, e no dia em que atingiu o topo chegou a $1.000 em receitas. A receita média por dia foi de $500 e a marca dos $10.000 foi atingida em menos de 20 dias.
Plataformas
Embora a grande maioria dos acessos ainda seja proveniente de desktops podemos perceber que os usuários já estão começando a clicar nos anúncios usando celulares e tablets. Esse ritmo também foi acelerado no último ano e o percentual de visitas provenientes de celulares e tablets já aumentou muito.
Países
Como sempre, os grandes 6 ou 7 países de língua inglesa foram as mais eficazes quando se trata de condução de grandes volumes de cliques e aumento do custo por clique. A grande maioria do tráfego veio dos EUA com receita de quase seis vezes maior do que a fonte de receita normal.
Encontrar conteúdo que as pessoas já estão compartilhando
Se você quer que as pessoas a compartilhem o seu conteúdo, a melhor aposta é encontrar algo que as pessoas já gostem. Por que confiar em seu próprio julgamento quando você pode olhar para grandes sites populares lá fora, que permitem aos usuários votar nos melhores vídeos ou conteúdos. Você pode começar procurando aqui ou ali.
Encontre um conteúdo que está prestes a explodir de um momento para o outro, mas que muitas pessoas ainda não viram. As pessoas não vão compartilhar algo que já foi abordado em um monte de lugares, mas elas vão compartilhar algo incrível, novo, que ninguém tenha visto ainda. Olhe para pequenas coisas que sinalizam uma certa quantidade de polegares para cima, as pessoas dão mostras de qual vídeo no Youtube pode ser muito interessante se estiver em seu blog, e para saber 'qual é o tal vídeo', basta prestar a atenção na quantidade
de acessos que vem tendo nos últimos dias.
Compartilhamento no Facebook
A grande maioria do tráfego vem através do Facebook, e como pudemos ver nos gráficos foi compartilhado 20.000 vezes, além de outras redes sociais.
Todas essas ações começam de um resultado de pesquisa. Bem como especialmente proveniente do +1 do Google, de forma que podemos dizer que o Google é uma peça "importantíssima" na hora de produzir Conteúdo.
Se você pensar que todo mundo tem pelo menos uma centena de amigos no Facebook você então multiplica isso por 20.000 compartilhamentos, você poderá ter uma ideia de onde o volume de tráfego poderia parar.
Anunciar
Se o Facebook e outras redes sociais podem ajudar a aumentar o seu tráfego e receita organicamente porque não lhes dar um pequeno empurrão para começar tudo. O Facebook tem algumas ótimas ferramentas de anúncios que podem ajudar o seu conteúdo começar a se espalhar e crescer por suas próprias pernas. Você não vai querer fazer isso todas as vezes, mas assim que você tem uma ideia do conteúdo que parece que pode ser muito compartilhada por que não dar empurrãozinho com alguns anúncios. O primeiro tipo de anúncio é um anúncio que é direcionado para as pessoas que já são seus fãs em sua página do Facebook. Nem todos eles verão o seu conteúdo, por causa do famoso 'fator' edgerank, mas você pode pagar para que todos eles possam vê-lo. A lógica aqui é que, se eles já gostam da sua página há uma boa chance de que eles compartilhem seu conteúdo.
Depois de ter usado sua própria página de fãs, você pode criar alguns ANÚNCIOS segmentados para ir atrás de todo mundo que ainda não curtiu sua página, além dos fãs que estavam fora do 'efeito edgerank'.
Aqui a chave você direcionar o tráfego que vem dos anúncios para a URL do seu blog, lógico. Usando uma segmentação precisa na hora de criar seus anúncios no Facebook.
Por exemplo, pessoas que tenham indicado que gostam de cerveja tem grandes chances de ser estimuladas com a imagem de uma garrafa de cerveja gelada, e uma mensagem sugerindo-os a clicar sobre a imagem.
Você também vai notar que é uma ótima ideia ir atrás de determinados nichos que podem apresentar melhores resultados em termos de cliques no Adsense e melhor retorno de seu investimento. Haverá uma série de campanhas que podem ser executadas, dependendo do conteúdo de seu post, aqui é outro exemplo de um mercado-alvo onde seria muito interessante compartilhar conteúdo sobre motociclistas no cinema...
O que é realmente importante perceber aqui é que se uma pessoa clicar no seu anúncio e ver o conteúdo nunca será o suficiente. Você precisa que a pessoa ache o conteúdo tão relevante e engraçado que eles querem compartilhá-lo com todos os seus amigos e levá-los para o seu blog também. Esta etapa precisa de uma boa análise para se descobrir o que funciona e qual é a forma mais barata de fazer tudo acontecer. Você também pode ser capaz de usar anúncios em outras redes, mas eu sempre aconselho usar o Facebook dado a sua mira de precisão.
A hora certa para criar anúncios de forma mais agressiva
Depois de ter uma determinada massa crítica de pessoas que vêm para o post, então é hora de começar a colocar os anúncios de forma mais agressiva no blog.
Tenha em mente que este post só decolou cerca de 2 semanas depois que foi realmente postado e isso não acontece por acaso, ou da noite para dia. Nós não queremos incomodar nossos leitores regulares com anúncios agressivos (que são normalmente escondidos na barra lateral, longe do conteúdo), mas quando um post tem toda essa força de atração, imagine quanto você estaria deixando de ganhar por não colocar anúncios dentro do conteúdo.
As chances são de que 99% de seus leitores regulares já tenham visto o post no dia em que foi publicado e a maioria das pessoas que vêm de toda a parte não são os nossos leitores normais. Então colocamos quatro conjuntos de anúncios em todo o conteúdo, logo que começamos a ver o aumento no tráfego. As pessoas estavam lá para ver o vídeo, mas sempre existia a grande possibilidade de que muitos deles clicassem nos anúncios.
Receita em curso
Isto não acontece todo dia, então quando você consegue, você deve tirar o máximo desse momento. Deixe os anúncios sobre o post e adicione os botões de mídia social ou plugins que você quiser, isso vai ajudar a aumentar o índice de viralização de seu conteúdo. Com alguns milhares de visitas à página do post, o rankings vai aumentar muito e as pessoas que agora estão à procura de termos como os que relacionam ao seu conteúdo vão chegar ao seu blog e, possivelmente, clicar nos anúncios.
Cria-se uma espécie de círculo virtual com mais pessoas 'curtindo' a página, compartilhando, comentando e empurrando o ranking para cima. Isso não significa que você vai continuar tendo as mesmas receitas como aconteceu durante o pico, mas haverá sempre uma certa quantidade de compartilhamentos e de pessoas que chegam ao seu blog através dos motores de busca. Crie 10/12 desses posts e você tem um bom fluxo de receitas de longo prazo no futuro."
Resumindo
Encontre um conteúdo que seja incrível e que ninguém ainda tenha compartilhado muito. Algo como um vídeo, antes de ter realmente atingido o seu 'grande momento'. Incorpore-o em seu blog e dê-lhe um 'empurrão' utilizando anúncios nas redes sociais direcionados para algumas pessoas que são susceptíveis de compartilhar 'exatamente' este tipo de conteúdo.
Certifique-se de que os botões sociais estão visíveis para que as pessoas possam enviar para seus amigos e, quando ele decolar coloque anúncios de forma mais agressiva no post. Não é sempre que vai funcionar, mas você terá uma boa chance de fazer todas as coisas acima acontecerem. Posso dizer que quando funciona, não há sensação melhor do que ver todo o trabalho duro feito por você sendo compartilhando e gerando receita. Experimente, e compartilhe algumas dicas de suas experiências aqui.
5 razões pelas quais você precisa começar usar o Pinterest para promover seus negócios
O Pinterest pode ter começado como um lugar onde as mulheres compartilhavam imagens de seu cotidiano, mas sua ascensão meteórica como uma rede social fez com que seja um ótimo lugar para as empresas também.
Pense nisso como um lugar para compartilhar idéias de forma visual e ser criativo sobre como você pode lucrar com isso. Os usuários do Pinterest tem a seu dispôr uma infinidade de categorias para compartilhar e 'Repinar' imagens . Como acontece com qualquer rede social, você só precisa encontrar um equilíbrio entre a auto-promoção, construir sua rede, e com isso ganhar dinheiro.
Aqui estão apenas algumas maneiras que você pode usar o Pinterest para obter lucro e promoção de marca:
Promova o seu Blog/site empresarial
Se você tem uma imagem em seu blog, ela pode ser uma 'pinnable'*. Por essa razão, você deve sempre adicionar uma imagem em cada um de seus posts, juntamente com um botão "Pin*" sob cada uma delas. Além disso, os leitores são atraídos pelas imagens despertando um interesse e encorajando-os a seguir em frente e ler o seu artigo.
Quando você ou um leitor manda sua imagem para o Pinterest, acaba criando um link direto para seu blog. Isso não só potencializa a seu 'LinkBuilding', como também pode trazer um novo tipo de tráfego para seu site/blog. Pode-se criar 'boards' temáticos no Pinterest que são baseados nas categorias existentes em seu site, certifique-se de sempre publicar as imagens de seu blog para que sejam 'repinadas'.
Envolver seus clientes
Ter 'boards' no Pinterest é uma nova maneira de envolver os seus clientes online. Não só eles podem depositar as suas imagens favoritas em os seus próprios 'boards', mas também podem comentá-las e compartilhá-las com seus amigos e seguidores. Quando as pessoas passarem a gostar de interagir com o seu site, certamente elas voltarão mais vezes. Isto não só constrói o seu relacionamento com os visitantes do site, mas cria muito mais oportunidades de mostrar os seus produtos e serviços.
Inspire seus clientes
Muitas vezes, as pessoas só vêem os seus produtos de uma determinada forma e com um determinado propósito. Os boards do Pinterest lhe dão a oportunidade de inspirar maneiras diferentes de usar os seus produtos através de recursos visuais. Por exemplo, se você vender artigos de casamento, você pode mostrar fotos deles sendo utilizados por seus clientes. Isso é muito mais inspirador do que uma simples imagem do produto em sua loja.
Mostre que você é uma pessoa real
É sempre difícil fazer uma conexão pessoal com as pessoas no mundo online. Com a inclusão de quadros pessoais em sua conta Pinterest, os prospects e clientes começam a identificar interesses em comum. Eles começam a ver a pessoa real por trás da marca do negócio. Mesmo que você esteja representando uma grande empresa, lembre-se de que os clientes estão ansiosos para conhecer as pessoas reais que estão trás da face corporativa. Se você é um pequeno empresário ou empreendedor, isso é ainda mais importante.
Programas de afiliados
Você pode não perceber, mas você também pode inserir seus próprios links para programas de afiliados em seus pinos. É uma nova maneira de fazer marketing de afiliados. Você pode criar placas fazendo referência aos produtos que você quer promover e ganhar quando as pessoas clicam nesses links e compram alguma coisa. Basta ir no botão "editar" para um pino específico e substituir o link direto para a página do produto com o seu link de afiliado.
O Pinterest chegou para ficar e é incrivelmente ativo. É uma ferramenta para você envolver seus clientes e prospects. E ao mesmo tempo representa uma nova oportunidade de gerar negócios online a partir de uma fonte completamente diferente.
Para os 'bloggers' de plantão, um pouco de história
10 Dicas simples para se tornar um 'Blogger' melhor
Foi em 1439 quando um ourives criou um agente de mudança do mundo. Esta invenção proporcionou uma enorme evolução para a sociedade na Europa e no mundo daquela época. A máquina que ele criou chamada de " prensa de impressão" fornecia pela primeira vez, os meios para a produção em massa de livros.
Seu nome era Johannes Gutenberg e ele era alemão.
Mais de 3600 páginas por dia podiam ser impressas em comparação com as 40, que poderiam ser produzidas através da escrita manual. Isto significava um aumento na produção de livros em mais de 9000 por cento!
Esta máquina mudou tudo.
Francis Bacon, o filósofo Inglês, disse em 1620 que a impressão foi uma das três coisas que "mudaram a cara e o estado das coisas no mundo todo". Ela introduziu a era da comunicação de massa, que mudou para sempre a estrutura da sociedade e da cultura.
Ideias atravessaram fronteiras
Personalidades como Martinho Lutero e Erasmo se transformaram em autores de verdadeiros best-sellers, seus pensamentos e escritos permitiram o florescimento da classe média. O status da elite foi desafiado. A alfabetização aumentou incrivelmente - para os padrões da época. O monopólio e o poder dos líderes religiosos e políticos tinha sido ameaçado, algo até então inimaginável.
O invento de Gutenberg desencadeou uma onda poderosíssima de circulação de informações, ideias e ideias, tidos como extremamente radicais para aquele momento e que agora cruzavam as fronteiras de uma forma rápida e muito, muito eficiente.
A era da auto-expressão e da criatividade digital
Em 1990 as pessoas começaram a se expressar em diários online. De acordo com a Wikipedia, Justin Hall foi um dos primeiros blogueiros em 1994, quando a Web começava a se popularizar.
Então criou-se uma frase para tentar definir o que era fazer um diário online, "web log", que através do maravilhoso mundo da linguagem, foi transformado no termo "nós blog", em tradução literal, e que acabou em, "blogs".
As ferramentas para blogs evoluíram a tal ponto que a menos 'instruída em tecnologia' das pessoas agora pode publicar vídeos, textos e imagens de forma simples e fácil, sem saber uma única linha de código ou linguagem de programação. Ferramentas como WordPress e Tumblr estão acabando com a tirania técnica dos geeks.
Houve uma explosão de criatividade e auto-expressão que permitiu para qualquer um publicar suas idéias através de infinitas plataformas digitais.
O ato de blogar e as mídias sociais
A ascensão da mídia social tem permitido que blogueiros exibam e comercializem seus conteúdos no mundo todo sem ter que pagar um centavo para nenhuma rede de televisão, jornal ou para quem controla a mídia de massa. Novamente a comunicação desafiou as
elites dominantes.
Blogs que antes eram desconhecidos se tornaram marcas globais falando sobre temas tão diversos como a moda, comida e tecnologia. O trabalho de divulgar um blog não esta mais restrito a construção de uma lista de assinaturas de Feed ou de e-mail.
A edição e comercialização foi definitivamente democratizada. A liberdade de se expressar no mundo está disponível em segundos e agora é também móvel.
A idade da imprensa finalmente está ameaçada depois de 573 anos. A comercialização da mídia impressa foi agora ultrapassada pela mídia digital pela primeira vez na história.
Mas e agora como podemos nos tornar ainda melhores nisso? É muito simples.
Escreva cedo ou mais tarde
Escreva durante uma viagem
Escreva em férias
Escreva mesmo quando seus amigos pensam que você é louco
Escreva no ônibus
Escreva no avião
Escreva quando o chefe não estiver olhando
Escreva quando seus amigos disserem para você parar de escrever
Escreva quando sua/seu namorada(o) viajou no feriado
Escreva quando você acha que ninguém mais se importa com seu blog...
E você?
Quando foi perguntado a Stephen King ("A espera de um Milagre"), o autor que mais vendeu livros no mundo: "-Como é que o Senhor se tornou um escritor melhor? "Ele respondeu a essa pergunta de duas maneiras. "-Escreva uma palavra de cada vez e escreva 1.000 palavras por dia." Isso é o que o levou a se tornar o sucesso que é hoje. Blogar não é diferente, você precisa criar um post de conteúdo, um artigo ou um vídeo ao mesmo tempo.
O que você vai fazer para se tornar um blogueiro melhor ? O mundo é a 'sua' ostra e esta é a maior oportunidade em mais de 500 anos. Vocês estão testemunhando a maior mudança da comunicação em 20 gerações.
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Como promover meu blog
8 lugares nos quais você pode promover seu blog para obter mais leitores
Se você tem um negócio ou uma organização sem fins lucrativos, o papel de seu blog é de posicionar sua organização como especialista em sua área de atuação. Deve tornar-se um canal para notícias que aborda diferentes questões de forma abrangente, mas também servir como uma plataforma para comunicar os valores de sua empresa.
Vamos dizer que você tem um blog. Você sabe mesmo os seis ingredientes que o tornam "atrativo", mas você já experimentou promove-lo em outros lugares? Se a resposta for "não", aqui estão oito grandes lugares onde você pode começar a promover o seu blog hoje:
1. E-mails
Se você estiver usando e-mail marketing para manter contato com as pessoas, comece incluir os primeiros parágrafos dos artigos de seu blog na sua news.
Isso por si só pode ajudar a impulsionar o tráfego para o seu blog e site, e também servir de inspiração para o conteúdo da sua newsletter.
Seria muito interessante usar seus e-mails como uma ponte para seus posts. Então você passaria a usar seus boletins como uma maneira de entregar mensagens do blog para os clientes que já está atendendo.
Isso certamente faria com que o número de clientes que buscam informações sobre seus Serviços e produtos aumentasse significativamente.
2. Facebook
De uma forma sistemática, nossa equipe de mídia social trabalha em estreita colaboração com os membros da equipe de conteúdo (como eu!) Para garantir que os nossos posts obtenham máxima exposição.
Às vezes, as mensagens no Facebook sobre assuntos abordados no blog podem gerar uma conversa totalmente nova na rede social. E ah, não se esqueça de compartilhar seus posts em seu perfil pessoal, também!
3. Twitter
O Twitter é outro ótimo lugar para disseminar informação. O problema é que você só tem 140 caracteres para trabalhar.
Para contornar isso, tente twittar um resumo do seu post, uma citação retirada da mensagem, ou apenas comentar sobre o post em sí. Tudo o que cria o tráfego para o seu blog é válido.
Quer realmente espalhar sua marca? Tente iniciar um bate-papo sobre um determinado tema exposto no blog. Você também pode e deve incluir a URL do seu blog em seu Twitter, para que as pessoas realmente possam ver que você um site ou um blog.
Se você conhece alguns influenciadores de seu segmento de atuação, tweet mensagem para eles e pessa a sua opinião. Se eles responderem, isso irá começar uma bola de neve para a publicidade de sua marca.
4. LinkedIn
Se você tem um blog que fala sobre negócios especialmente de vendas ou marketing o LinkedIn tem um bom número de grupos aos quais você pode se juntar e iniciar uma rede de contatos qualificados. Isto pode ampliar o seu público e incentivar os leitores a se envolver com você sobre o material e pode mesmo dar-lhe ideias para posts futuros.
5. Pinterest
Pinterest é uma rede social extremamente visual. Para incentivar a fixação de sua marca, certifique-se que você tem uma imagem interessante para usar esta ferramenta.
Uma imagem engraçada ou um infográfico pode ser visto e re-visto muitas vezes, o que também irá direcionar tráfego para seu blog.
Se você é um comentarista frequente em blogs da sua área, você também pode linkar de volta para o seu próprio blog como um ponto de referência quando você deixar um comentário. Basta incluir um convite nos comentários de outros sites para que comentem sobre seus posts também.
7. Publique em outros blogs
Procure os blogs maiores, que também estão à procura de colaboradores para gerar conteúdo. A vantagem de postar nesses sites é que eles terão exposto o seu nome e de sua organização, e você terá a oportunidade de linkar de volta para seu próprio blog.
Alternativamente, você pode distribuir seu FEED, para que o conteúdo do seu blog apareça em outros sites. Isso pode abrir um canal totalmente novo para o seus posts e expôr o seu blog para um novo público.
Mantenha a fé
Blogar é trabalho duro! Você nunca sabe o que vai decolar e o que vai parar no fundo do mar virtual. A chave para a construção de um blog relevante, acima de tudo, é ter regularidade e consistência. Os leitores não são susceptíveis de repetidamente visitar um blog se não tiver certeza de que há um novo post para ser visto, e eles também não vão confiar em sua opinião, se você publica um post a cada três anos.
Portanto, mantenha o foco nos resultados que você deseja e sempre publique informação relevante que de alguma forma ajude seus leitores a resolver seus problemas através do conhecimento adquirido em seu blog ou site!
Luis Carlos Weber - Perfil do autor:
Profissional de web especializado em geração de leads para empresas de todos os portes, atua nesta área há mais de uma década e tem especial interesse por questões voltadas a geração de conteúdo para websites institucionais e blogs corporativos.
Facebook vs Google. A batalha pelo o futuro da Web
Paul Adams é um dos profissionais mais requisitados do Vale do Silício. Um designer de produto com ar de intelectual ocupado com aqueles óculos de armação quadrada, um forte sotaque irlandês, e com um grande de número de seguidores fiéis. Como um dos principais pesquisadores de leads sociais para o Google, ele ajudou a conceber a grande idéia por trás da nova rede social da companhia, o Google +: aqueles círculos flexíveis que permitem que você agrupe amigos facilmente usando `apelidos` como "verdadeiros amigos" ou "amigos da faculdade". No entanto ele não chegou a ajudar a trazer o conceito do Google+ aos consumidores.
Em dezembro de 2010, O Facebook o levou 10 milhas a leste de Palo Alto para ajudar criar modelos de anúncios para a rede social. Em seu blog, Adams explicou dizendo que o "Google valoriza somente tecnologia, não ciência social. Por isso teria aceito o convite de seu rival, o Facebook".
Ao longo da história de rivalidades no mundo da tecnologia, raramente houve uma batalha tão competitiva como a guerra travada entre Google e Facebook. Eles vão fazer de tudo para conquistar pessoas como Adams, e os milhões de dólares em anúncios de publicidade que estão em jogo nas mídias sociais.
Não é como a batalha da Oracle vs HP, onde muito lixo foi tornado publico, nem as linhas de batalha são desenhadas tão claramente como eram quando a Microsoft assumiu o Netscape, mas as apostas são imensas. Estas empresas estão lutando para ver qual delas irá determinar o futuro da web - e o resultado afetará a maneira como obtemos informação, como nos comunicamos na internet e até mesmo como compramos e vendemos.
Duelo de gigantes
Em um canto, é o Facebook, o atual campeão da social media, tentando cimentar sua posição como o proprietário da identidade on-line de grande parte das pessoas do planeta. No outro é o Google, a empresa que organizou a informação do mundo e nos mostrou como encontrá-la, lutando para permanecer relevante no momento em que a Internet de hiperlinks dá lugar a uma Internet de pessoas. Embora Larry Page, do Google, co-fundador e CEO da empresa desde abril de 2011, tenha nascido apenas 11 anos antes que Mark Zuckerberg, o seu `homólogo` no Facebook, os dois pertencem a gerações diferentes, com visões de mundo e de Internet diferentes.
Em uma página da web, tudo começa com uma pesquisa. Você busca por notícias, por um par de sapatos ou procura saber mais sobre sua celebridade favorita. Se você quiser saber mais sobre cuidados com a saúde ou decidir que modelo de televisão vai comprar, você pesquisa. Nesse mundo, os algoritmos do Google, aperfeiçoados durante mais de uma década, respondem quase que perfeitamente.
Mas nos últimos anos a web tem se inclinado gradualmente e, talvez, inexoravelmente, em direção ao mundo de Zuckerberg. Lá, em vez de procurar um artigo de notícias, é onde você vai para interagir com seus amigos, para lhes dizer o que você gosta de fazer ou tem feito. Nas redes sociais as pessoas falam de quais filmes mais gostaram, quais as marcas que apreciam, e até mesmo onde é o melhor lugar do mundo para se comer sushi.
O Facebook está justamente no centro deste novo universo, e muito do que as pessoas fazem on-line hoje começa aí. O grande `lance` do Facebook tem sido o de se espalhar através da web e permitir que os outros, os usuários, aumentem sua rede de amigos. Como resultado, milhares de sites e aplicativos têm se tornado satélites que orbitam em torno do Facebook. Agora você pode ir para o Yelp (http://www.yelp.com/) para descobrir o que seus amigos do Facebook dizem sobre a nova balada da cidade, visita o Spotify (http://www.spotify.com/int/) para escolher playlists de música para você, ou jogar algum jogo famoso do Zynga com eles.
Para piorar as coisas para Larry Page, grande parte desta atividade social não pode ser vista pelos algorítmos do Google na web, por isso todos os dias eles tornam-se um pouco menos precisos e relevantes.
Esta mudança para as mídias sociais altera tudo na web, para empresas e consumidores. Entre as primeiras indústrias a serem abaladas está a de publicidade.
O mercado bilionário da publicidade on-line.
O Google pode capturar hoje 41% dos 31.000.000.000 de dólares do mercado de publicidade online dos EUA. Mas o crescimento na publicidade de busca está diminuindo, e os anunciantes estão colocando mais de seus dólares limitados no Facebook, com seus 800 milhões de usuários, muitos dos quais passam mais tempo no Facebook do que em qualquer outro site.
A receita do Facebook deve crescer 81% este ano, enquanto a exibição de anúncios do Google tem uma estimativa de apenas 34% de aumento. Google e Facebook querem fazer crêr que há espaço para ambos continuarem crescendo com sucesso ilimitado, mas na verdade não há.
Como o analista da Stifel, Nicolaus Jordan Rohan, explica: "É altamente improvável que o Google ou o Facebook possam pôr as mãos nos bilhões que os investidores esperam, vindos do mercado de exibição de anúncios, sem se digladiar diretamente e roubar quotas de mercado um do outro."
Como Bill Gates a menos de uma década atrás, Larry Page está vendo sua empresa perder a liderança do mundo da tecnologia. Então ele está lutando com um esforço gigantesco para pegar um pedaço deste novo universo social. Seu primeiro ato substancial como novo CEO do Google foi amplificar um aporte financeiro considerável no setor de engenharia da empresa para entrar na briga de vez com o Facebook, lançando assim o Google+. Não é a primeira iniciativa social do Google, mas é a única da qual as pessoas não estão rindo, o Google diz que 40 milhões de pessoas já se inscreveram no Google+ em apenas quatro meses.
Mark Zuckerberg sabe que o Google+ é a primeira ameaça real ao Facebook desde que afundou o MySpace para se tornar o número 1 do mundo das redes sociais.
Não foi nada surpreendente, que pouco depois de o Google+ ter feito sua estréia, Zuckerberg instalar um sinal de neon rosa na sede da empresa, sinalizando que os funcionários estavam em alerta para trabalhar contra o relógio, para reproduzir algumas das mais elogiadas características do Google+.
Mas movimentos defensivos não são o estilo de Zuckerberg, e em setembro, no F8, o evento de desenvolvedores da empresa, ele desencadeou um mar de novas funcionalidades que alteram radicalmente o serviço atual. E é esperado que a empresa lance uma rede de anúncios que irá aproveitar todas as ações sociais para ajudar seus consumidores/anunciantes a encontrar melhores alvos na web. Algo que se for implantado da maneira certa, poderá ameaçar ainda mais a posição do Google como o rei da publicidade online.
Assim, enquanto a maioria de nós gastamos nossos dias casualmente alternando-se entre nossas contas do Gmail e as novidades em nossos perfis do Facebook, no coração da península de San Francisco a guerra está acirrada. Zuckerberg servindo comida de graça neste verão para aqueles funcionários dispostos a tralhar nos fins de semana. Larry Page motivando sua equipe para adicionar funcionalidades ao Google+ em um ritmo furioso: mais de 100 só nos primeiros 90 dias. As decisões que estão sendo tomadas agora - lançamentos de produtos, peças publicitárias - vão determinar qual empresa irá prevalecer.
Larry Page não estava satisfeito. Foi um dia de fim de semana na primavera passada, Page, de 38 anos, estava brincando com um protótipo do Google+ em seu telefone Android.
Ele achou muito lento para enviar fotos que ele tinha acabado de bater. Então chamou Vic Gundotra, guru social do Google, para reclamar. Gundotra tentou empurrar de volta, explicando por que a equipe do Google+ já havia decidido sobre esta funcionalidade. Page insistiu que as fotos deveriam ser carregadas com um clique. No Google, o que Larry Page pede, é feito.
Gundotra ordenou a sua equipe para reconstruir o recurso de upload de fotos, e agora Page se gaba sobre a funcionalidade. "É uma experiência totalmente mágica", disse ele recentemente, assim descreveu como é fácil postar fotos do Android para o Google+.
Em muitos aspectos, o Google+ é a rede social de Larry Page. Alguns consideram que a subida de Larry Page ao posto mais alto do Google foi meio precoce, mas a verdade é que ele tem estado envolvido no processo de criação do Google+ desde de início.
Nos meses iniciais, Page fazia, toda sexta-feira às 11 horas, revisões do novo produto. Para fazer o controle, ele mudou seu escritório e grande parte da suíte executiva para o prédio onde a equipe do Google+ foi instalada.
Ele turbinou o projeto com recursos maciços, tornando-se um dos maiores empreendimentos de engenharia que o Google se envolveu em toda sua história de 13 anos, e ele elevou Gundotra para o cargo de vice-presidente sênior, reportando-se diretamente a ele. Page também condicionou uma parte dos bônus de milhares de Googlers a forma como a empresa se sairia na nova empreitada.
O Google+ é também o primeiro teste do plano para transformar o Google em um empresa mais ágil, mais responsável, e no processo de evitar a falta de inovação, o que paralisa tantas empresas de sucesso.
No projeto Google+, a abordagem livre e às vezes caótica da empresa com a inovação foi deixada de lado - substituída por um estilo mais empírico. Permitir o surgimento de milhares de flores desabrochando ainda pode ser importante para o Google, diz Sergey Brin, o outro co-fundador, mas "uma vez que elas desabrochem, queremos montar um lindo buquê."
Talvez seja mesmo um pouco de disciplina o que falte para que as ambições sociais do Google sejam atingidas. Alguns `ataques` anteriores do Google ao Facebook foram uma vergonha.
Orkut, primeira rede social do Google, nasceu junto com Facebook em 2004, mas é em grande parte irrelevante fora do Brasil. Já Open Social, um esforço do Google liderada pelos EUA em 2007 para reunir MySpace e outras redes sociais em uma aliança para equilibrar a influência do Facebook, fracassou.
Dois anos depois, o Google lançou o Wave, apenas para matá-lo depois de alguns meses, e o Buzz, uma tentativa feita em 2010 para encaixar os usuários do Gmail em uma rede social, rapidamente se transformou na maior gafe social do Google: acabou com os contatos das pessoas expostos para outros usuários, através do Gmail, desencadeando uma investigação do FBI, que forçou o Google a reformular suas políticas de privacidade e aceitar fiscalização do governo durante os próximos 20 anos.
O fiasco do Buzz foi um toque de despertar para o Google. Alguns de seus mais destacados engenheiros começaram a considerar a ideia de que uma rede social representa uma ameaça vital para o Google.
Como a web estava sendo reconstruída em torno de pessoas - e, em particular, em torno do modelo do Facebook de relações humanas - o Google pode acabar nos bastidores, com sua relevância sendo abalada a cada dia.
A mensagem sacudiu a cúpula do Google, e um projeto ambicioso, chamado de Emerald Sea, não apenas para criar um forte rival para o Facebook, mas também para posicionar os produtos existentes do Google em torno de meios de comunicação social, rapidamente tomou forma. (Gundotra escolheu o nome de Emerald Sea porque previa novos horizontes e águas tempestuosas à frente.)
Depois de mais de um ano de gestação, o Google finalmente introduziu o Google+ em junho.
O resultado?
Uma rede social que clonou muito do que as pessoas gostam no Facebook e eliminou muito do que elas odeiam no Facebook. Você vai encontrar páginas de perfil, guias para fotos e jogos, e claro, as intermináveis atualizações de amigos.
O Botão do Google funciona como um Like do Facebook. Mas onde o Facebook é acusado de ignorar as preferências pessoais de privacidade, o Google tornou muito fácil de decidir quem pode ver o que os usuários postam no site.
O Facebook não tinha uma boa forma de separar colegas de trabalho dos colegas de classe e de amigos reais, de modo que o Google+ foi construído em torno de círculos, de forma intuitiva para agrupar pessoas.
O Facebook fica com 30% da receita que os desenvolvedores de aplicativos, como Zynga fazem em sua plataforma, assim o Google+ disse que levaria apenas 5%, por hora.
Desde o lançamento, o Google implementou mais de 100 novas funcionalidades, e Page diz que há muito mais por vir. No Vale do Silício, onde todos haviam desistido da idéia de que o Google poderia competir com o Facebook, o Google pegou todo mundo - incluindo leais ao Facebook - de surpresa. "Google+ foi impressionante", diz Joe Green, um dos colegas de quarto de Zuckerberg em Harvard e fundador do `Causes`, um aplicativo construído para rodar no Facebook.
Até recentemente, a pessoa mais popular no Google+, com 598.000 seguidores e contando, era Mark Zuckerberg . Mas ele ainda tem que fazer um post público, (coisa que nunca acontecerá) e de fato é claro ele prefere não discutir nada sobre o Google+, pelo menos publicamente. Quando pressionado em um evento em julho, ele chamou de apenas uma "prova de como os próximos cinco anos serão jogados."
(Tradução:. Uhull, eles estão nos copiando...)
No entanto, dentro do escritório de Palo Alto, onde mais de 750 engenheiros regularmente passam pela pequena sala de vidro, usada para conferências, em que Zuckerberg, 27 anos, mantém o controle, os funcionários do Facebook fazem algumas horas extras importantes durante o horário de verão.
Isso havia acontecido apenas uma vez antes, nos últimos anos no Facebook: Depois que vazou a informação de que o Google estava começando a trabalhar em um "assassino para Facebook", pode parecer meio pesado para nós brasileiros, que vivemos no país do politicamente correto, mas lá é exatamente assim que eles definem a situação, no verão de 2010 Zuckerberg chamou seus engenheiros para trabalhar à noite e finais de semana, por 60 dias para renovar as principais características sociais, como fotos, grupos e eventos.
Dessa forma a cafeteria abriu todas as noites e fins de semana daquele verão, e as crianças foram para cama sem abraços de boa-noite, antes de seus pais voltarem para casa.
Em setembro, o Facebook havia lançado uma série de novas funcionalidades como melhores ferramentas de agrupamento para imitar os círculos do Google+.
Diz um membro da equipe de produto e engenharia: "[Google] pode apostar todo o dinheiro do mundo, incluindo centenas de pessoas nisso, e isso nos mostra como esse negócio é sério, e devemos levar a sério.".
A energia não foi simplesmente canalizada para a construção de um produto melhor. Em maio, o Facebook secretamente contratou uma empresa de relações públicas, Burson-Marsteller, para plantar histórias anti-Google em jornais e blogs, um movimento desajeitado que saiu pela culatra quando os jornalistas descobriram que o Facebook era cliente da Burson. A empresa defendeu as suas preocupações sobre violações de privacidade do Google, mas levou críticas por mau comportamento.
A ironia, claro, é que o Facebook e o Google ambos estão em uma luta constante para respeitar a privacidade dos utilizadores enquanto a informação sobre estes mesmos utilizadores, é o ouro que atrai as empresas anunciantes.
Todas as informações sociais que deixamos para o Facebook quando dizemos "Like" para um par de sapatos Zappos ou atualizamos nosso status sobre futuros planos de casamento ajudam a empresa a servir-nos anúncios de coisas que estamos mais propensos a querer.
Isso fez do Facebook uma plataforma de publicidade quase perfeita para os comerciantes que esperam grandes informações para fazer publicidade de suas marcas em escala na web.
Como resultado, mesmo que a receita do Facebook seja minúscula em comparação com o Google, ele está crescendo em um ritmo muito mais rápido. Espera-se um aumento para 4,3 bilhões de dólares este ano, ou mais do que o dobro dos 2 bilhões que tivemos no ano passado, de acordo com a eMarketer.
Em contraste, os analistas prevêem que a receita do Google vai crescer apenas 30%, para 38 bilhões de dólares. Zuckerberg é obcecado por descobrir como acumular mais dados, e cada vez mais pessoas passam mais tempo compartilhando mais coisas com seus amigos do Facebook.
Foi por isso que em setembro de 2011, durante o evento F8, ele revelou a `Time Line` para substituir as antigas páginas de perfis do Facebook. "Imagine expressar a história de sua vida", explicou Zuckerberg.
Para demonstrar, ele mostrou em seu próprio Facebook, sua própria linha do tempo onde uma linha vertical rolada para trás através de sua história pessoal, todos os lugares que ele já tinha visitado estavam no site trazendo à superfície os itens mais importantes e encorajando-o a adicionar mensagens e fotos indo todo o caminho de volta para 14 de maio de 1984: Seu nascimento em Dobbs Ferry, Nova York . Com efeito, Zuckerberg pretende convencer-nos a transformar nossos Facebooks em scrapbooks digitais de nossas vidas. E ele já conseguiu isso. Imagine os usuários podendo registrar horas de upload de fotos e eventos de décadas anteriores ao Facebook.
Mas a novidade mais ousada no F8 não era o chamativo redesenho do site, mas sim uma mais profunda integração social com outros serviços como o Netflix e Spotify. Para se inscrever no Spotify, recém-chegados devem agora usar suas credenciais do Facebook. A vantagem é que você pode encontrar e ouvir playlists dos seus amigos no Spotify ou diretamente no Facebook. A desvantagem é que seus gostos musicais são revelados para o mundo. Este novo fluxo de dados sociais pode se mostrar valioso ao longo do tempo.
Até agora, apesar de muitos editores oferecerem aos usuários a opção de publicar suas ações - como artigos que leram - no Facebook, a maioria das pessoas recebia apenas um convite. No novo modelo, o compartilhamento se torna opt-out em vez de opt-in, e o Facebook poderia se tornar o destinatário repentino de muito mais informações sobre o que fazemos online. Eventualmente, a empresa pode utilizar os dados para vender anúncios ainda mais direcionados tanto dentro quanto fora do site. Se o Google AdWords e AdSense são as ferramentas de facto para ajudar os anunciantes atingir um grande número de pessoas que sabem o que estão procurando, anúncios sociais serão a ferramenta para ajudar as pessoas a descobrir coisas novas.
A guerra
Um dia, no final de outubro, blogs de tecnologia começaram comentar sobre as últimas notícias das mídias sociais: Zuckerberg tinha perdido o seu lugar como o usuário mais seguido no Google+. E quem o superou? Ninguém menos que Larry Page.
Trivial, talvéz, mas é difícil não pensar que a notícia iluminou sorrisos em todo o Google. Nem o Google nem o Facebook gostam de falar sobre a competição uns com os outros (e nem a empresa deixaria seus CEOs disponíveis para a isso), mas as batalhas são ferozes em várias frentes, e ambos os lados comemoram mesmo a menor vitória.
Em nenhum lugar existe uma contagem mais detalhada do que na dsiputa por talentos, onde cada engenheiro ou executivo que tem defeitos para uma empresa é facilmente contratado pela outra.
Nessa frente de batalha se olharmos através das fileiras do Facebook, desde a gestão superior até estagiários humildes, vamos esbarrar em ex-Googlers como Adams, o pesquisador social, em cada turno. Quatro dos 11 principais executivos do Facebook vêm do Google, incluindo Sheryl Sandberg e David Fischer, o cara da publicidade e chefe de operações.
Esses números, no entanto, não contam a história completa de uma batalha que começou já em 2007 e se intensificou desde então.
As armas de escolha do Facebook:
As armas de escolha do Facebook:
O prestígio como a empresa mais quente do Vale - e seu potencial para fazer milionários.
O Google reagiu com dinheiro, muito dinheiro. Em alguns casos, o Google ofereceu aos melhores engenheiros ou executivos mais de $10 milhões de patrimônio e bônus se eles permanecessem lá, disse um executivo diretamente envolvido na guerra por talentos.
A notícia se espalhou rapidamente, e fez com que muitos Googlers, o que qualquer pessoa racional faria: Eles diziam que recebiam uma ótima oferta do Facebook, para que pudessem obter um grande aumento no Google. "Criou-se um ambiente anti-Google", diz um gerente sênior que deixou o Google recentemente. "O Google tem uma política de meritocracia"
Assim, em janeiro, o Google tentou uma abordagem diferente: esbanjou um aumento gigante de 10% em sua força de trabalho inteira.
Transferiu-se também um grande pedaço de bônus aos funcionários que recebiam salário base. Como resultado, muitas pessoas viram os seus salários aumentar em 15% ou até mesmo 20%.
Sua arma mais poderosa é o seu status de empresa de Internet dominante. Em setembro, por exemplo, quando abriu o Google+ a todos, após um período de teste de 90 dias, desencadeou o tipo de promoção que até mesmo as maiores marcas invejariam: Uma grande seta azul em sua página inicial apontou a dezenas de milhões de pessoas que a visitam diariamente para uma guia do Google+.
O tráfego no local disparou imediatamente. Além do Google.com, o Google planeja promover Google+, todos os dias, para as centenas de milhões de pessoas que utilizam os serviços como Gmail, Maps e YouTube, e para incorporá-lo em milhões de aparelhos Android.
Segundo Dick Costolo, executivo-chefe do Twitter: "Não há dúvida de que eles vão ser capazes de arrebanhar um enorme número de usuários."
Naturalmente, é o poder do Google para puxar todos esses usuários que mais preocupa o Facebook. Os executivos que passaram o último ano lá disseram que estão confiantes de que podem vencer o Google em um campo de jogo nivelado.
Mas eles temem que, como a Microsoft, em uma época anterior, o Google vai usar seu poder para vender Google+, e nem sempre de forma justa. Algumas táticas, como promoções no Google.com, são ineficazes e controversas. Outras, como a capacidade do Google de usar o seu motor de buscas para promover o Google+ à frente de outros serviços sociais, poderia ser mais problemática.
O Google ainda não fez isso com o Google+, mas tem feito isso com outros serviços, como os mapas, levando rivais a reclamações. O Google pode até pensar duas vezes antes de se envolver em tais táticas, como já está em uma investigação do governo antitruste . No entanto, com o acesso mobile como o próximo campo de batalha, o Google pode também encontrar formas de construir funcionalidades no Google+ mais adequadas para telefones Android, isso seria muito mais complicado de ser enfrentado pelos concorrentes.
Esse último ponto não passa despercebido por Zuckerberg. Isso o levou a buscar a aproximação com o maior rival do Google na área mobile, a Apple.
As duas empresas têm realizado várias rodadas de discussões, de acordo com pessoas envolvidas nas negociações. Mas eles ainda têm de encontrar uma maneira interessante de colaborar, talvez porque seu namoro teve um começo difícil.
No ano passado o Facebook rejeitou a tentativa da Apple para conectar o Ping , uma nova rede social construída em torno do iTunes, com o Facebook, supostamente por motivos técnicos. Foi uma rara repreensão pública para a Apple e Steve Jobs ligou pessoalmente para alguns jornalistas para manifestar o seu desagrado.
O fato de a Apple ter escolhido o Twitter, e não o Facebook, para a versão mais recente de seu sistema operacional móvel não tem ajudado muito.
Ainda assim, as duas empresas continuam conversando, sabendo muito bem que uma aliança poderia ajudá-los a se defender de um inimigo comum.
Nós sabemos o que você provavelmente está pensando: Se isto é uma guerra, quem vai ganhar? A resposta não é simples. O Google tem dois objetivos com a mídia social: Um é para diminuir o ímpeto do Facebook, o outro é usar os dados do Google+ para melhorar as coisas, como busca, mapas e anúncios.
Ambos, Gundotra e Page dizem que o último objetivo é o mais importante. "Nós podemos melhorar as pesquisas",
diz Gundotra. "Nós podemos melhorar o YouTube e Gmail. Nós podemos fazer com que nossos anúncios sejam mais relevantes." Mais adiante acrescenta: "O Google+ vai melhorar todos os aspectos do Google."
Para atingir suas metas, o Google não precisa ser melhor que o Facebook, mas ele precisa se tornar mais confiável.
Para chegar lá, o Google precisa aprender ainda mais da social media. Considere isto:
Em outubro um blog de tecnologia informou que vários altos funcionários do Google, incluindo Eric Schmidt, o presidente executivo, ainda não tinham criado as suas próprias contas no Google+. Poucos dias depois, a conta de Schmidt discretamente apareceu no site. O Google também precisa de algo a mais: uma proposta de valor que seja diferente do Facebook e que obrigue um grande número de usuários a mudar - ou pelo menos a ser ativo em ambos os sites.
Neste ponto, não está claro quantos, exatamente, dos 40 milhões de pessoas com contas no Google+ realmente usam o site.
O Google não vai revelar isso. E quando perguntados porque alguém deve mudar para o Google+, os executivos repetem que o resultado das buscas vai melhorar significativamente (diga isso para 800 milhões de membros do Facebook) e que, com os círculos, os usuários do Google+ podem compartilhar o que eles fazem no mundo real (como se o Facebook não tenha já essa capacidade).
Para o Facebook, os primeiros sucessos do Google+ significam que Zuckerberg já não pode se dar ao luxo de errar. No passado, erros freqüentes do Facebook em produtos e políticas de privacidade foram, na sua grande parte perdoados ou esquecidos.
A partir de agora, o Google+ vai ficar mais do que feliz em receber todos os usuários descontentes do Facebook - para não mencionar os seus amigos. Em outras palavras, como se fossem soldados, Zuckerberg agora deve ficar de olho na página e em suas tropas.
Sim, Zuckerberg pode se sentir bem com o reinado do Facebook e seus milhões de usuários e por ter dezenas de ex-funcionários premiados vindos do Google.
Mas Larry Page não tem nenhum problema em reabastecer as fileiras do Google. Só no último trimestre, o Google contratou cerca de 2.600 funcionários. Isso é quase o número de pessoas, que trabalham no Facebook, e eles têm uma ordem bem clara: transformar o Google em uma superpotência da web social.
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