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Gerenciamento de energia no Windows 8 terá perfil agressivo, segundo Microsoft

O Windows 8 que você no seu PC também estará no seu notebook e nos
tablets.

Como sabemos que o suprimento de enregia disponível na bateria limita em muito a utilização destes equipamentos, e para que o sistema não drene esta `preciosa` energia a Microsoft criou um sistema agressivo para o gerenciamento de energia dos novos aplicativos móveis.


O gerenciamento de energia do sistema funcionará com um sistema de prioridades. 

Os aplicativos que rodam em primeiro plano terão mais liberdade de pressionar o sistema para exigir mais ciclos do processador, o que pode causar mais consumo de energia. 

Já as aplicações que estejam rodando programas secundários no sistema terão comportamento diferente. 

Elas terão menos direito de requisitar recursos e, por concequência, vão bem menos energia do sistema no Windows 8.

Esta configuração é executado quando o sistema está ativo em plena utilização. 

No modo `hibernando`, estado que muito comum em tablets e notebooks, equipamentos para os quais economia de energia é vital, tudo estará em um regime de inatividade, segundo a Microsoft, tendo um impacto no consumo de energia irrelevante.

A Microsoft na verdade está seguindo o que a Apple já faz há algum tempo. 

O sistema privilegia os recursos mais comuns do sistema operacional, como música, mensagens, transferências de arquivos e recursos gráficos e de interface. 

No estado de hibernação, os aplicativos estarão logicamente armazenados na memória. Porém não representarão um consumo de energia relevante ou mesmo de recursos do processador.

Já os antivírus e drivers sempre foram exceções no Windows, funcionando o tempo todo e consumindo desempenho e energia da máquina de maneira ininterrupta. Mas no Windows 8 terão um comportamento diferente visando justamente reduzir a demanda por recursos, garante a Microsoft.






Por que ficar atento aos novos termos de uso do Google?

Na semana passada, o Google anunciou uma importante mudança em sua política de privacidade. Ao unificar os termos de serviço de produtos, mais de 60 conjuntos de regras serão substituídos por um único texto. Segundo o gigante de buscas, o novo termo de uso, disponível oficialmente a partir de 1º de março, busca facilitar a experiência do usuário na rede. Por trás da simplificação adotada pela empresa, há uma estratégia de monetização, que deixa claro que o conteúdo produzido pelo usuário é valiosíssimo para o Google e para empresas que anunciam em seus serviços.

Disponível para consulta em 44 idiomas, inclusive em português, a nova política de dados privados é uma espécie de prestação de contas aos usuários de internet, revelando quais informações serão coletadas pelo Google junto aos perfis e como esses dados serão utilizados. Caso o usuário não concorde com o modelo, não terá alternativa: será obrigado a desativar ou abandonar os serviços do gigante de buscas.

Com a nova estratégia, a companhia terá a possibilidade de cruzar informações fornecidas pelos usuários em serviços distintos e adequar, de forma mais eficiente, quais anúncios serão exibidos a cada um deles. O objetivo, é claro, é vender isso a um preço mais salgado aos anunciantes.

É um feito para o Google. Finalmente, depois de 13 anos de vida, a companhia cria sua primeira plataforma unificada de dados, o que deve lhe dar mais forças para batalhas contra Apple e Facebook, oponentes que, desde o início, trabalham com banco de dados unificados de usuários.

O Google já se antecipou a algumas críticas, como uma eventual comparação com o serviço Beacon, introduzido pelo Facebook em 2007. O sistema de publicidade direcionado logo foi desativado por expor a terceiros dados pessoais de adeptos ao site. Contra as suspeitas, o Google foi taxativo: “Não vendemos informações pessoais de nossos usuários. Não fazemos isso, ponto final”, informa a empresa no manual de políticas e princípios.

Ao usuário, o Google garante que as reformulações que serão introduzidas facilitarão tarefas como as buscas. Para realizar pesquisas, a companhia combinará interesses expressos em três plataformas – a rede social Google+, o serviço de email Gmail e o site de vídeos YouTube – para apresentar resultados com maior precisão. A tendência é que o buscador apresente resultados mais afinados com os interesses do usuário. Por exemplo: ao realizar uma pesquisa usando a palavra “jaguar”, um aficionado por carros de luxo deve receber como resposta links relacionados à marca inglessa de automóveis, e não a animais.

Pode ser bom. Mas há quem ache ruim. Em seu mais recente livro, The Filter Bubble, o americano Eli Pariser critica mecanismos de busca apoiados em algoritmos, que, ao reunir informações sobre pesquisas anteriores, limitam possibilidades de buscas futuras. “No longo prazo, podemos ficar expostos somente a ideias que confirmam aquilo em que já acreditamos. Perdemos a oportunidade de descobrir o novo”, afirma Pariser. É como se o hipotético aficionado em carros nunca pudesse encontrar em suas buscas referências à onça-pintada.


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